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ATÉ 31 DE MARÇO, NO CENTRO DE ARTES E ESPECTÁCULOS DA FIGUEIRA DA FOZ
A pesca longínqua em fotografia

“New Found Land” é o tema da mostra de fotografia de Luís Miguel Monteiro, patente ao público no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (sala de Afonso Cruz), até 31 de Março.

Luís Miguel Monteiro nasceu em Águeda, em 1975. Cresceu em São João da Madeira e vive em Coimbra. Tem desenvolvido trabalho em fotografia, associado à construção da memória.

Portugal foi o último país europeu a utilizar navios à vela numa frota comercial, o último a pescar bacalhau à linha, ao largo da Terra Nova e da Gronelândia. Cada navio transportava botes – ou doris –, arriados para pescar e tripulados por um pescador só.

A título oficial, a pesca longínqua era apresentada como um legado dos descobrimentos. A bordo do navio, o alojamento era exíguo, a alimentação repetitiva, a água doce racionada e a disciplina férrea. Ao embarcar no dori, cada pescador teria de pescar em condições difíceis, durante longas horas, vivendo o risco de não regressar. Estava dispensado do serviço militar quem completasse sete campanhas.
Apesar de tudo, era possível experimentar uma liberdade dura, uma aventura perigosa, e gostar genuinamente. Pescar era também experimentar um processo de descoberta, uma transformação do modo de ver e de sentir.

Foi construído um imaginário coletivo, com base em relatos de pescadores e objetos que sobreviveram ao fim da pesca à linha.

FONTE




Data: 2013-03-11

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